Existe relação Entre a Luz da Vela e a Luz do Mentor?

Antes da saudação, a enfática resposta é NÃO!!!

Saudações amados irmãos…

Muito se ouve que ao acender velas estamos dando Luz aos guias e novamente repito, isso NÃO EXISTE!!!

Se acender vela ajudasse na iluminação do mentor, muitos exus seriam praticamente arcanjos, muitos dos meus mentores seriam praticamente Deuses e isso não ocorre…

A chama da Vela simboliza vários fatores, serve para as mais variadas funções, exceto iluminar ainda mais os seus guias. A vela é uma magia que é para reversão dos seus próprios pedidos, a vela é uma forma de simbolizar aquele momento, aquela comunhão com o espírito, santo, protetor, qualquer denominação que queira dar. O Fogo é o elemento que transmuta, é o elemento que migra dimensões, a sua energia alcança as mais sutis camadas, mas sua função é direcionamento vibratório, é uma função ritualística, mágica e simbólica de um pedido, de uma oração, de um agradecimento e de iluminação, não daquele que a recebe e sim daquele que a acende e direciona o seu pedido a essa vibração.

Prezados irmãos, querem ajudar seus mentores a evoluírem na Senda Espiritual, não se enganem com velas, com oferendas, nada disso deixa o seu mentor mais FORTE como costumo ouvir e a chama da vela não o tirará das sombras, seria uma moeda muito fácil para evoluirmos se fosse acendendo velinhas. Não se enganem, a evolução se dá com trabalho árduo, vigiando seus atos, praticando o amor e a caridade, perdoando, compreendendo, e novamente, trabalho árduo. Se fosse tão simples, acenderia duas velas por dia para mim para ascender ao Altíssimo.

Não se iludam que isso deixará seus mentores mais FORTES, mesmo porque isso é crença popular e como alguns que me conhecem, sabem, não confio muito em crenças populares, acho supersticiosas em sua grande maioria e sem o devido fundamento para sustentar certos argumentos.

Não existe em hipótese alguma essa relação entre chama de vela e luz de entidade, isso é falácia.

É muito comum ouvir: “Acenda vela para o seu anjo da guarda que ele precisa de luz”. Isso é mais uma crença popular infundada, acreditamos que anjos já são seres que não necessitam de ciclo reencarnatório e já atingiram um patamar evolutivo suficiente para não depender de elementos materiais físicos, nem tampouco é afetado pelas paixões do qual somos submetidos diariamente, nesse preâmbulo, acho um pouco inadmissível um ser que já atingiu tamanho patamar evolutivo estar sem luz e ainda depender da vela para que ele saia das trevas, não há o menor sentido lógico para isso.

Como eu sempre enfatizo no blog, busquem o conhecimento, não repassem aquilo que aprenderam, sempre se questionem, reflitam, a evolução é conhecimento, é a prática do mesmo, tornando-o sabedoria, não há evolução com ignorância e não há luz nas trevas, meditem, reflitam, questionem sempre, tentem encontrar o meio lógico para o que ouvem, dêem a si o benefício da dúvida e não fazer como muitos, passam para frente aqui que aprenderam sem se questionar, sejam um filtro de conhecimento, analisem, raciocinem e saiam das trevas.

Abraços Fraternos.

Neófito.

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A Religião e o Progresso

Hoje geralmente se pensa que a Igreja admite o fogo do inferno como um fogo moral e não como um fogo material. Tal é, pelo menos, a opinião da maioria dos teólogos e de muitos eclesiásticos esclarecidos. Contudo, é apenas uma opinião individual, e não uma crença adquirida pela ortodoxia, pois, do contrário, seria universalmente professada. Pode-se julgar pelo seguinte quadro, que um pregador traçou do inferno, durante a última quaresma, em Montreuil-sur-Mer:

“O fogo do inferno é milhões de vezes mais intenso que o da Terra, e se um dos corpos que ali queimam sem se consumir viesse a ser lançado no nosso planeta, empestá-lo-ia de ponta a ponta!”

“O inferno é uma vasta e sombria caverna, guarnecida de pregos pontiagudos, de lâminas de espadas afiadas, de navalhas bem cortantes, na qual são precipitadas as almas dos danados!”

Seria supérfluo refutar esta descrição; no entanto, poderíamos perguntar ao orador onde colheu um conhecimento tão preciso do lugar que descreve. Por certo não foi no Evangelho, onde não se trata de pregos, nem de espadas, nem de navalhas. Para saber se essas lâminas são bem afiadas e bem cortantes, é preciso tê-las visto e experimentado. Será que, novo Enéas ou Orfeu, ele próprio teria descido a essa caverna sombria que, aliás, muito se assemelha ao Tártaro dos pagãos? Além disso, ele deveria ter explicado a ação que pregos e navalhas poderiam ter sobre as almas e a necessidade de serem bem afiados e de boa têmpera. Já que conhece tão bem os detalhes interiores do local, também deveria ter dito onde está situado. Não é no centro da Terra, pois supõe a hipótese de um dos corpos que ela encerra ter sido lançado em nosso planeta. Então é no espaço? Mas a astronomia aí fixou o seu olhar muito antes, sem nada descobrir. É verdade que não olhou com os olhos da fé.

Seja como for, o quadro é feito para seduzir os incrédulos? É bastante duvidoso, pois é mais adequado para diminuir o número de crentes.

Em contrapartida, citaremos o seguinte trecho de uma carta escrita de Riom, e relatada no jornal Vérité, em seu número de 20 de março de 1864:

“Ontem, para minha grande surpresa e satisfação, ouvi com os próprios ouvidos esta serena confissão da boca de um eloqüente pregador, em presença de numeroso e atônito auditório: Não há mais inferno… o inferno não existe mais… foi substituído admiravelmente pelos fogos da caridade e do amor, que resgatam as nossas faltas!”

“Nossa divina doutrina (o Espiritismo) não está encerrada inteiramente nestas poucas palavras?”

É inútil dizer qual dos dois teve mais simpatias do auditório; mas o segundo poderia até ser acusado de heresia pelo primeiro. Outrora teria expiado, infalivelmente, na fogueira ou numa masmorra a audácia de haver proclamado que Deus não manda queimar suas criaturas.

Esta dupla citação nos sugere as seguintes reflexões:

Se uns acreditam na materialidade das penas, enquanto outros a negam, necessariamente uns laboram em erro e outros têm razão.

Este ponto é mais capital do que parece à primeira vista, porque é o caminho aberto às interpretações numa religião fundada na unidade absoluta da crença e que, em princípio, repele a interpretação.

É bem certo que até hoje a materialidade das penas tem participado das crenças dogmáticas da Igreja. Por que, então, nem todos os teólogos lhe dão crédito? Como nem uns, nem outros o verificaram por si mesmos, o que leva alguns a ver apenas uma imagem onde outros vêem a realidade, senão a razão que, nos primeiros, supera a fé cega? Ora, a razão é o livre-exame.

Eis, pois, a razão e o livre-exame entrando na Igreja pela força da opinião.
Poder-se-ia dizer, sem metáfora, pela porta do inferno; é a mão posta no santuário dos dogmas, não pelos leigos, mas pelo próprio clero.

Não se julgue esta uma questão de menor importância, pois contém em si o germe de toda uma revolução religiosa e de um imenso cisma, muito mais radical que o protestantismo, porque não ameaça somente o catolicismo, mas o protestantismo, a Igreja grega e todas as seitas cristãs. Com efeito, entre a materialidade das penas e as penas puramente morais, há toda a distância do sentido próprio ao sentido figurado, da alegoria à realidade. Desde que se admitam as chamas do inferno como alegoria, torna-se evidente que as palavras de Jesus: “Ide ao fogo eterno” têm um sentido alegórico. Daí a conseqüência de que o mesmo deve acontecer com outras de suas palavras.

Mas a conseqüência mais grave é esta: Uma vez que se admita a interpretação sobre um ponto, não há motivo para a rejeitar sobre outros; é, pois, como dissemos, a porta aberta à livre discussão, um golpe mortal desferido no princípio absoluto da fé cega. A crença na materialidade das penas liga-se intimamente a outros artigos de fé, que lhe são corolários; transformada essa crença, as outras se transformarão pela força das coisas e, assim, gradualmente.

Já temos uma aplicação disto. Há poucos anos ainda, o dogma: Fora da Igreja não há salvação, estava em toda a sua força; o batismo era condição tão imperiosa, que bastava que o filho de um herético o recebesse clandestinamente e à revelia dos pais, para ser salvo, porquanto tudo que não fosse rigorosamente ortodoxo era irremissivelmente condenado. Mas, tendo a razão humana se levantado contra esses bilhões de almas votadas às torturas eternas, quando delas não dependera ser esclarecidas na verdadeira fé; contra essas inúmeras crianças que morrem antes de adquirir a consciência de seus atos e que, nem por isso, são menos danadas, se a negligência ou a fé religiosa de seus pais as privou do batismo, a Igreja viu-se forçada, nesse ponto, a renunciar ao seu absolutismo. Hoje ela diz, ou, pelo menos, diz a maioria de seus teólogos, que essas crianças não são responsáveis pelas faltas dos pais; que a responsabilidade só começa no momento em que, tendo a possibilidade de se esclarecerem, o recusam e, por isto, estas crianças não são danadas por não haverem recebido o batismo; que o mesmo se dá com os selvagens e os idólatras de todas as seitas. Alguns vão mais longe: reconhecem que, pela prática das virtudes cristãs, isto é, da humildade e da caridade, pode-se ser salvo em todas as religiões, porque depende, também, da vontade de um hindu, de um judeu, de um muçulmano, de um protestante, quanto de um católico, viver cristãmente; que aquele que vive assim está na Igreja pelo espírito, mesmo que não o esteja pela forma. Não está aí o princípio: Fora da Igreja não há salvação, ampliado e transformado no Fora da caridade não há salvação? É precisamente o que ensina o Espiritismo e, contudo, é por isto que ele é declarado obra do demônio. Por que essas máximas seriam o sopro do demônio na boca dos espíritas e não na dos ministros da Igreja? Se a ortodoxia da fé está ameaçada, então não o é pelo Espiritismo, mas pela própria Igreja, porque ela sofre, mau grado seu, a pressão da opinião geral e porque, entre seus membros, encontram-se alguns que vêem as coisas de mais alto e nos quais a força da lógica leva a melhor a fé cega.

Talvez parecesse temerário dizer que a Igreja marcha ao encontro do Espiritismo; entretanto, é uma verdade que reconhecerão mais tarde. Avançando para o combater, nem por isso ela deixa, pouco a pouco, de lhe assimilar os princípios, mesmo sem o suspeitar.

Esta nova maneira de encarar a questão da salvação é grave. Posto acima da forma, o Espírito é um princípio eminentemente revolucionário na ortodoxia. Sendo reconhecida possível a salvação fora da Igreja, a eficácia do batismo é relativa, e não absoluta: torna-se um símbolo. Não trazendo a criança não batizada a pena da negligência nem da má vontade dos pais, em que se torna a pena incorrida por todo o gênero humano pela falta do primeiro homem? Em que se torna também o pecado original, tal qual o entende a Igreja?

Muitas vezes os maiores efeitos decorrem de pequenas causas. O direito de interpretação e de livre-exame, pueril na aparência, uma vez admitido na questão da materialidade das penas futuras, é um primeiro passo cujas conseqüências são incalculáveis, porque representa uma brecha na imutabilidade dogmática, e uma pedra arrancada arrasta outras. Forçoso é convir: a posição da Igreja é delicada. Todavia, só há um dos dois partidos a tomar: ficar estacionária, a despeito de tudo, ou ir para frente. Mas, então, não poderá escapar deste dilema: se se imobilizar de modo absoluto nos erros do passado, será infalivelmente superada, como já o é, pelo fluxo das idéias novas, depois isolada e, por fim, desmembrada, como o seria hoje, se tivesse persistido em expulsar do seu seio os que crêem no movimento da Terra, ou nos períodos geológicos da criação; se entrar na via da interpretação dos dogmas transforma-se e aí entra pelo simples fato de renunciar à materialidade das penas e à necessidade absoluta do batismo.

O perigo de uma transformação, aliás, está clara e energicamente formulado na seguinte passagem de um opúsculo publicado pelo padre Marin de Boylesve, da Companhia de Jesus, sob o título de O milagre e o diabo, em resposta à Revue des Deux-Mondes:

“Há, entre outras, uma questão que, para a religião, é de vida ou de morte: a questão do milagre. A do diabo não o é menos. Tirai o diabo, e o Cristianismo desaparece. Se o diabo não passar de um mito, a queda de Adão e o pecado original entrarão no domínio das fábulas. Por conseguinte a redenção, o batismo, a Igreja, o Cristianismo, numa palavra, não tem mais razão de ser. Por isso a Ciência não poupa esforços para apagar o milagre e suprimir o diabo.”

Desse modo, se a ciência descobrir uma lei da Natureza, que faça entrar nos fatos naturais um fato que é reputado miraculoso; se provar a anterioridade da raça humana e a multiplicidade de suas origens, todo o edifício se desmorona. Uma religião é muito frágil quando uma descoberta científica lhe é uma questão de vida e morte. Eis uma confissão desastrada. Por nossa conta, estamos longe de partilhar as apreensões do padre Boylesve em relação ao Cristianismo. Dizemos que o Cristianismo, tal qual saiu da boca de Jesus, mas apenas tal qual saiu, é invulnerável, porque é a lei de Deus.

A conclusão é esta: Nada de concessão, sob pena de morrer. Esquece o autor de examinar se há mais chances de viver na imobilidade. Nossa opinião é que há menos e que é preferível viver transformado a não viver de modo algum.

Num e noutro caso, a cisão é inevitável. Pode mesmo dizer-se que já existe; a unidade doutrinária está rompida, pois não há acordo perfeito no ensino; uns aprovam o que outros censuram; uns absolvem o que outros condenam. Assim, vêem-se fiéis indo de preferência àqueles cujas idéias mais lhe convêm. Dividindo-se os pastores, o rebanho igualmente se divide. Dessa divergência a uma separação, a distância não é grande; um passo a mais e os que estão na vanguarda serão tratados como heréticos pelos que ficaram na retaguarda. Ora, eis o cisma estabelecido; aí está o perigo da imobilidade.

A religião, ou melhor, todas as religiões sofrem, mau grado seu, a influência do movimento progressivo das idéias. Uma necessidade fatal as obriga a se manterem no nível do movimento ascensional, sob pena de soçobrarem. Assim, todas têm sido forçadas, de tempos em tempos, a fazer concessões à Ciência, a minimizar o sentido literal de certas crenças ante a evidência dos fatos. A que repudiasse as descobertas da Ciência e suas conseqüências, do ponto de vista religioso, mais cedo ou mais tarde perderia a sua autoridade e o seu crédito e aumentaria o número de incrédulos. Se uma religião qualquer pode ser comprometida pela Ciência, a culpa não é da Ciência, mas da religião fundada sobre dogmas absolutos, em contradição com as leis da Natureza, que são leis divinas. Repudiar a Ciência é, pois, repudiar as leis da Natureza e, por isto mesmo, renegar a obra de Deus, fazê-lo em nome da religião seria pôr Deus em contradição consigo mesmo e fazê-lo dizer: Estabeleci leis para reger o mundo; mas não acrediteis nessas leis.

O homem não tem sido capaz, nas diferentes épocas, de conhecer todas as leis da Natureza. A descoberta sucessiva dessas leis constitui o progresso; daí, para as religiões, a necessidade de pôr suas crenças e seus dogmas em harmonia com o progresso, sob pena de receberem o desmentido dos fatos constatados pela Ciência. Só com esta condição uma religião é invulnerável. Em nossa opinião, a religião deveria fazer mais do que se pôr a reboque do progresso, que apenas acompanha constrangida e forçada; deveria ser uma sentinela avançada, porque é honrar a Deus proclamar a grandeza e a sabedoria de suas leis.

A contradição que existe entre certas crenças religiosas e as leis naturais fez a maioria dos incrédulos, cujo número aumenta à medida que se populariza o conhecimento dessas leis. Se fosse impossível o acordo entre a Ciência e a religião, não haveria religião possível. Proclamamos altamente a possibilidade e a necessidade desse acordo, porque, em nosso entender, a Ciência e a religião são irmãs para a maior glória de Deus e devem completar-se entre si, em vez de se desmentirem reciprocamente. Elas se estenderão as mãos, quando a Ciência não vir na religião nada de incompatível com os fatos demonstrados e a religião não tiver que temer a demonstração dos fatos. O Espiritismo, pela revelação das leis que regem as relações entre o mundo visível e o mundo invisível, será o traço de união que lhes permitirá se olhem face a face, uma sem rir, a outra sem tremer. É pela concordância da fé e da razão que diariamente tantos incrédulos são reconduzidos a Deus.

AllanKardec.

Fonte: Revista Espírita jul/1864 – tradução de EvandroNoleto Bezerra – Editora: FEB

A Luz que Cura

(A Maravilha da Assistência Espiritual)

“Abaixo da iluminação, só há dor!” – Buddha –

Sabe aqueles momentos em que você se sente meio estranho consigo mesmo?

Naqueles instantes em que um desconforto psíquico parece se instalar em você internamente, sem motivo aparente?

Pois esses são momentos perniciosos, meu irmão, em que as trevas extrafísicas estão rondando o perímetro sagrado do seu coração espiritual, lar do eterno e templo do seu Ser.

O aperto psíquico é resultante da pressão exercida pelas garras dos irmãos das sombras apertando o seu centro espiritual.

Portanto, resguarde a sua luz e eleve os pensamentos ao Supremo Ser, fonte de toda vida. De coração aberto ao AMOR QUE TUDO TRANSFORMA, pense positivamente.

O mestre Jesus estava certo, quando ensinou: “Orai e Vigiai, para não cairdes em tentação.”

PENSE NA LUZ! ENVOLVA-SE NELA! VIBRE A LUZ NA AURA!

* * *

Esses irmãos trevosos, que se insinuam ocultamente nos perímetros energéticos das pessoas encarnadas, não suportam as vibrações mais altas. Na presença de uma aura vibrante e positivada pela força de vontade, e pelo pensamento correto concentrado na melhoria de si mesmo, eles se afastam imediatamente.

No entanto, não se deve fazer essa aceleração vibracional com motivos arrogantes ou de desafio a esses seres infelizes. Querendo ou não, eles também são nossos irmãos e filhos da mesma vida universal. Apenas se engolfaram em emoções pesadas e de difícil resolução. Por isso trafegam pelos desvãos das obsessões, sem se darem conta do quanto se rebaixaram espiritualmente.

Não custa relembrar aos estudantes e trabalhadores espirituais dedicados, o quanto as suas vibrações de amor e ajuda a esses seres infelizes são importantes nos processos de assistência extrafísica. Mediante o aporte das energias potencializadas pelos pensamentos de ajuda, os grupos de socorristas astrais, compostos por espíritos amparadores de várias linhas espirituais, sempre interessados no bem de todos, amparam esses irmãos enfermos e os direcionam para os lugares de cura extrafísica apropriados.

Essa é a maravilha extrafísica que se desdobra diante dos iniciados espirituais de todos os tempos: A LUZ CURA!

Cabe aos iniciados de hoje a manutenção desse trabalho levado a cabo ao longo dos milênios pelos mestres de todas as linhas espirituais: carregar a tocha da espiritualidade acesa em si mesmos!

Não é tarefa de fácil consecução, pois demanda muito esforço na melhoria de si mesmo. Como diz o ditado hermético: “Quem quer mais Luz, que seja Luz!”

E na ampliação dessa luz, sob a forte resolução da consciência de progredir na senda, os seus eflúvios se propagam em todas as direções, e se eles estiverem permeados pelos sentimentos mais nobres do iniciado (estudante e trabalhador dedicado, que pondera e medita em silêncio no “Amor Que Ama Sem Nome”), chegam até esses doentes extrafísicos, melhorando-os e criando as condições vibracionais adequadas para o aporte espiritual dos amparadores na dissolução de suas aflições e intenções confusas.

Para o iniciado, consciente de suas responsabilidades, sua própria melhoria nunca é só para ele mesmo. E não poderia ser diferente! Ele sabe que o que se passa no perímetro de sua vida se propaga para o todo. Por isso ele pensa na Luz irradiando para todos os seres imersos no grande mar da vida universal.

Ele sabe que a Luz cura!

* * *

Ao final desses escritos, onde nos reportamos a importância de vibrar a Luz no contato com os seres infelizes que vagam perdidos na noite dos tempos, pedimos aqueles que carregam a tocha da espiritualidade acesa em si mesmos que continuem mantendo-se dignos na tarefa consciencial que abraçaram. Não esmoreçam nunca! Nem por motivos de incompreensão humana ou por pressões  extrafísicas trevosas. Mesmo acicatados por ferrões de maledicência ou por traições inesperadas, permaneçam na senda escolhida.

Os mestres velam secretamente pelos justos e sabem quem é merecedor das benesses divinas. Eles vêem o que se passa no coração de cada um. Eles conhecem as intenções mais secretas do Ser.

São eles que ensinam: “FIEM-SE NA LUZ!”

P.S.: “Ao lembrar-se do Amor Sereno e anônimo que os mestres da consciência emanam continuamente para todos os seres, incondicionalmente, que o seu coração derreta de Amor*.”

(Esses escritos são dedicados a estudantes e trabalhadores dignos, de todos os tempos e linhas espirituais).

Paz e Luz.

– Os Iniciados** –
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 09 de junho de 2004, às 17h39min.)